Olá Nuno
à primeira vista poderá parecer assim, mas a realidade é que ali existe mais hipótese de continuidade. Eles nunca foram muitos, apesar dos esforços do exército, essencialmente porque em Espanha a criação de pombos tem muito mais tradição que em Portugal. Eles têm muitas raças autóctones como os buchones:
http://www.buchones.com/picas, escampadissa etc., e até uma raça autóctone de pombo-correio documentada em vários textos bastante antigos, a paloma Magan, que servia para os pescadores da costa Este da Peninsula avisarem as pessoas em terra da quantidade de peixe pescado etc.
Além desta variedade extra pombo-correio que tem muito mais adeptos que a criação do pombo-correio em Portugal, depois existe a pressão que muitos destes criadores de picas etc. realizam sobre o pombo-correio tentanto limitar o seu horário de voo etc.
Se a tudo isto juntares que a grande maioria dos columbófilos faz entre 20 a 100km (ida) para encestar então ficas a saber que têm que ter uma grande gosto pela causa coisa que por aqui não sei se será tão forte. Nas mesmas condições quantos seríamos?. Muito menos que em Espanha seguramente. Quando começar a hecatombe mais acentuada de colectividades veremos quando decidem ir encestar a mais alguns km de casa.
Nesta circuntâncias não é de admirar que entre tão poucos surjam tão facilmente pessoas como Félix e Vicente que escrevem fundamentalmente sobre, e para, o columbófilo anónimo dando-lhe o espaço que merece.
Belmiro